Mil quadrados espalhados e dona Sofia nem sabia o por que deles estarem la,
simplesmente estavam, e eram destinados a estar,
um " eu gosto de quadrados " pra la,
e um " eu gosto de pássaros " pra cá.
Foi meio engraçado, mas ela tentou desenhar,
e os pássaros engraçados começaram a brotar,
ela me veio com uns coqueiros, que poderiam até elogiar,
mas a questão é que de elogios ela não sabia brincar.
Passaram-se os dias, e começaram a trocar,
as mensagens e os gostos que chegavam até a assustar
E todo dia se repetia, no cubículo branco e pessoas a conversar,
mas nem se importavam por que palavras cruzadas às faziam chorar
chorar nem é a palavra, mas vai que não consigo rimar
então é mais fácil dizer que elas pareciam nem estar la
depois de va gar zinho ela puxou a outra pra cá
e de repente estavam elas de novo naquele lugar
uma senhora legal se preocupava em procurar
o livro que a dos quadrados decidiu investigar
a outra desesperada só queria se mandar
e falava de ladeiras, sequestros e outras coisas que nem dá pra lembar
a tecnologia surpreendeu, mas o capital não estava la.
então continuaram caminhando até aquele cara encontrar,
veio aquela indecisão, "Falar ou não Falar"
e dentre muitos risos até o 17 foram caminhar
e então pararam e puseram-se a esperar
enquanto uma delas não parava de indagar
" E se eu não existir, e você só estiver a me imaginar ?"
E a outra assustada começou a desconfiar
era assunto que dava para a noite virar
mas de repente veio a máquina e para longe decidiu levar
a pequena coruja ia à praia se abrigar
enquanto o panda voltava para na floresta descansar.

GENTE.
ResponderExcluirAmanda, que lindo!
Porra, olha o som disso. Hahaha
Musique, velho. Porfa vor.